Usando 8 GPUs com arquitetura Pascal, Nvidia DGX-1 é o primeiro supercomputador com deep learning....
A Nvidia revelou o DGX-1, primeiro supercomputador projetado especialmente para trabalhar com deep learning. Para essa difícil tarefa, a máquina traz nada menos que 8 unidades darecém-anunciada placa de vídeo Tesla P100 – a primeira a utilizar a arquitetura Pascal.
O sistema já vem totalmente integrado, com hardware, software de deep learning e ferramentas de desenvolvimento. O objetivo do supercomputador – e do aprendizado profundo como um todo – é permitir que pesquisadores e cientistas de dados possam facilmente utilizar o hardware para criar uma nova classe de máquinas inteligentes que aprendem, enxergam e percebem o mundo da mesma maneira que os seres humanos.
"Inteligência artificial é o mais extenso avanço tecnológico de nossas vidas", disse Jen-Hsun Huang, CEO da Nvidia. "Ela muda toda indústria, toda companhia, tudo. Ela abre mercados para beneficiar a todos. Os cientistas de dados e os pesquisadores de IA hoje passam muito tempo trabalhando em soluções caseiras de computação de alto desempenho. O DGX-1 é fácil de começar a ser usado e essa é nossa proposta: abrir os poderes de capacidades sobrehumanas e aplicá-los para problemas que um dia já foram insolucionáveis".
O supercomputador ainda inclui 7 TB de SSDs para armazenamento, 2 processadores Intel Xeon, além das já mencionadas 8 GPUs Pascal P100. Isso tudo resulta em 170 TFLOP/s de performance FP16. O DGX-1 reduziu o tempo de aprendizado em 12 vezes, em comparação com soluções criadas pela Nvidia em 2015, que utilizavam 4 GPUs Maxwell.
No total, o supercomputador consome 3200W (o que é pouco para uma máquina do tipo), e vai custar US$ 129 mil (cerca de R$ 500 mil).
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